
Treinador do Sporting na antevisão à Supertaça.
Gyökeres vai fazer falta? “O Viktor é um jogador que marcou uma era no Sporting, que marcou uma era no futebol português – e não fugimos a isso, como é lógico. Mas é passado – infelizmente ou não é passado. Marcou, foi importante nas duas últimas épocas do Sporting, a quem vamos sempre ser gratos a tudo o que nos deu, mas já estamos noutra fase, a olhar para a frente, com jogadores novos. Vamos tentar de alguma forma reinventarmo-nos com quem temos, com os novos jogadores. Queremos continuar a ser fortes, porque isto [saídas] é o dia a dia do futebol. Já passaram outros grandes jogadores no Sporting, tal como o Viktor. O Sporting ganhou foram embora e o Sporting continuou a ganhar. Os jogadores, treinadores… Toda a gente vai, mas o clube é sempre o mesmo e fica, mantendo a sua grandeza e exigência. Agradecidos ao Viktor, mas já olhamos para outro caminho, com outra forma de estar e pensar. Queremos ser competentes, competitivos e vitoriosos”.
Mas fica mágoa? “Não. Da minha parte – da nossa parte – penso que não. São coisas normais do futebol. É o que é. Cada um a lutar por aquilo que é a sua parte – clube, atleta e o seu agenciamento. É preciso, às vezes, ter alguma paciência, mas independentemente disso não mexeu com a parte técnica nem com o grupo. Entram e saem jogadores a toda a hora e todo o lado dos clubes”.







