Malas à porta e nem um euro na carteira! Leandro na miséria

O cantor Leandro abriu o coração numa conversa no Canal Sérgio Tavares, onde recordou uma das fases mais difíceis da sua vida…
Atualmente feliz ao lado de Marina Pereira, o artista confessou que, em 2019, enfrentou uma depressão severa que o deixou no limite.
“Em 2019, eu tive uma grande depressão e, logo a seguir, a pessoa que eu mais queria que estivesse ao meu lado pôs-me as malas à porta e ‘segue teu caminho’. Ainda pior fiquei”, revelou, admitindo que viveu momentos extremamente delicados. “Não vou nem dizer o que quase fiz”, acrescentou, deixando implícita a gravidade do período que atravessou.
“Olhei para a direita, não tinha ninguém”
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Durante a entrevista a Sérgio Tavares, o cantor descreveu o sentimento de abandono que sentiu na altura. “Quando tu estás lá em baixo e vêm-te pisar ainda mais, já não adianta. (…) Olhei para a direita, não tinha ninguém, olhei para a esquerda, não tinha ninguém.”
Leandro não esconde que a queda foi também financeira. Apesar de já ser um artista reconhecido, garante que ficou numa situação dramática: “Fiquei no lodo, no lodo mesmo. A minha vida foi toda por água abaixo. Posso dizer-te que eu não tinha nem um euro na carteira.”
O cantor contou que tinha comprado um terreno para construir a casa dos seus sonhos e que colocou bens em nome da mãe do filho, numa decisão que mais tarde lhe trouxe consequências. “Fiquei sem um euro”, reforçou.
A ajuda inesperada e a reviravolta
Foi Nuno Calhau quem lhe estendeu a mão num dos momentos mais difíceis. Leandro partiu para os Estados Unidos, onde começou a cantar em bares para reerguer a vida. “Entretanto, vim dos Estados Unidos com dinheiro, comecei a construir a minha casa. Hoje tenho um império”, afirmou.
No entanto, revelou que enfrenta agora uma disputa judicial, uma vez que uma antiga companheira reclama metade do que foi construído. “Agora eu tenho que comprovar [em tribunal] que aquilo que eu construí é meu.”
O artista recordou ainda que, durante a pandemia, teve de vender bens pessoais para suportar negócios que estavam em nome de outras pessoas. “Acreditas que nem carro tinha? Tive de vender tudo.”
Hoje, Leandro garante estar numa fase mais estável e feliz, mas não esquece o período em que perdeu praticamente tudo — emocional e financeiramente — antes de conseguir reconstruir a sua vida.







