Uma mulher com cancro em fase terminal foi deitada no chão das urgências do hospital de Coimbra

Uma mulher com cancro em fase terminal foi alegadamente deitada no chão do serviço de urgências do Hospital de Coimbra, devido à falta de macas disponíveis, numa situação que está a gerar forte indignação pública. O caso terá ocorrido num momento de grande afluência ao hospital, expondo as dificuldades enfrentadas diariamente pelos serviços de saúde, especialmente em períodos de maior pressão.
Segundo relatos de familiares e testemunhas, a doente, visivelmente fragilizada pelo estado avançado da doença, permaneceu no chão durante algum tempo, sem as condições mínimas de conforto e dignidade. A situação causou revolta entre quem presenciou o momento, levantando questões sérias sobre a capacidade de resposta do hospital e o respeito pelos direitos dos doentes em estado crítico.
Entretanto, o caso está a ser amplamente comentado nas redes sociais, com muitos cidadãos a exigirem esclarecimentos e responsabilidades. Espera-se que a administração hospitalar se pronuncie sobre o sucedido, bem como sobre as medidas que poderão ser tomadas para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer no futuro.







